o nome deste blog era VIAJANDO PELO MUNDO, mas fiz tantas postagens sobre comidas e restaurantes que resolvi mudar o nome, se vc frequenta este blog , as informações sobre viagens esta no blog www.tambemqueroir.blogspot.com

o nome www.remacaroca.blogspot.com, surgiu entre amigos.........vamos fazer um blog sobre nossa futura viagem, ja que um mora no rio de janeiro, outro em recife, outro na italia e outra na irlanda ficou as iniciais, por idade, do mais velho ao mais jovem RE gina MA riza CA cau,ROsalvo CAmila.....
agora nao dá para mudar, ou melhor, eu nao sei fazer isso rsrsrsr.....................
Errar é humano. Vadiar é parisiense.

Victor Hugo

28 de abr de 2010

eu quero.......




 UMA DAS MELHORES CREPERIES DE PARIS


Andrea Boldrim Gomes testou a Tiz Breizh, considerada como uma das melhores creperies de Paris. Este eu nunca provei: crepe aux fruits rouges.
Leiam aqui o artigo sobre esta creperie.
Tiz Breizh 52 boulevard de Vaugirard 75015 – ao lado da torre e da Gare de Montparnasse. Metro Montparnasse Bienvenue.

27 de abr de 2010

Gaudí "Casa Batlló"

Cacau, este lugar deve ser lindo!

sei que voce esta torrando pelo sertão, mas pense no que te espera.....
Tarragona,  Turespaña  é uma cidade de praia a apenas 60 quilômetros a sudoeste de Barcelona. Esta cidade catalã na costa mediterrânica de Espanha bonita foi ocupada por Gneus Scipio, que fundou um acampamento militar romano que em 218 aC Como a maioria dos assentamentos no império romano se desenvolveu rapidamente e foi nomeada uma colônia de Roma por Júlio César em 45 aC Tarragona foi outrora a casa para perto de um milhão de pessoas e sua presença arquitectónica é inigualável em qualquer outro lugar na Catalunha. A cidade ainda tem uma forte presença romana histórica, oferecendo aos seus visitantes um gosto de relaxamento catalã moderna misturada com uma história rica e profunda.




Aqueduto romano da Ponte do Diabo, que abastecia de água Tarraco desde a época de Augusto.


Você pode tomar a RENFE de Barcelona a Tarragona para 7 euros.
Além disso, o ALSA funciona um serviço de ônibus de Barcelona para Tarragona. O trem, porém, é mais rápido e mais barato.



mais informações neste site
http://www.tarragonaturisme.cat/
parte historica
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tarragona



26 de abr de 2010

Errar é humano. Vadiar é parisiense.

Victor Hugo


ps. em outras vidas fui parisiense, com certeza rsrsrsrs

Céad míle Fáilte - lindo isso.....


Símbolos da Irlanda

   
Todo país, toda cultura, todo povo possui seus símbolos, que dão identidade e muitas vezes comunicam valores e expressam ideais dessa cultura. A linguagem dos símbolos é sutil e subjetiva, portanto costuma escapar à mente racional - muito atenta ao concreto mas nem sempre capaz de perceber as mensagens "nas entrelinhas" transmitidas pelos símbolos. Isso vale tanto para a interpretação de brasões heráldicos como do simbolismo em mitos, lendas e textos religiosos - e também na poesia e literatura, nas artes plásticas e nos símbolos de uma nação.
Na apresentação dos símbolos da Irlanda abaixo, veremos como as "idéias" e conceitos de um povo podem sobreviver, ainda que inconscientemente, através de incontáveis gerações e a despeito de inúmeras transformações sócio-culturais.

A Bandeira da Irlanda

Conhecida como "The Irish Tricolour", a bandeira da República da Irlanda foi criada para uma nação única, sem divisões entre norte ou sul nem entre católicos e protestantes, como comprova seu simbolismo. Conforme nos informa o Departamento do Taoiseach (Primeiro Ministro) em documento oficial entitulado An Bhratach Náisiúnta ("A Bandeira Nacional"), a "Tricolor Irlandesa" foi criada em 1848, tendo por base o design da bandeira da República Francesa - à época, um exemplo de luta contra a opressão de estados imperialistas, como a que a Irlanda já por séculos sofria sob o jugo do Império Britânico. Sua primeira apresentação pública ocorreu no dia 7 de março daquele mesmo ano, quando Thomas Francis Meagher, líder do movimento nacionalista Young Irelanders, apresentou-a numa sacada de um edifício em Dublin. Para entender seu simbolismo, contudo, precisamos recuar no tempo, a um período em que a Irlanda era representada por outra bandeira.

Harpa Sobre Campo Verde: A primeira Bandeira da Irlanda

Desde o século XVII, uma bandeira verde com uma harpa dourada ao centro (acima) era usada como bandeira nacional da Irlanda. Já naquela altura, os irlandeses lutavam para se livrar do controle imposto pelos ingleses. A cor verde sempre esteve associada à Irlanda - não é acaso que a Irlanda seja conhecida como "Ilha Esmeralda", por suas verdejantes pastagens e colinas.
Por ser o instrumento tradicional dos bardos e poetas da Irlanda, a harpa sempre esteve intimamente ligada ao passado celta - heróico e independente - da Irlanda (ver mais sobre a harpa abaixo). Nada mais natural, portanto, do que escolhê-la para simbolizar a luta de um povo pela preservação de sua liberdade e identidade cultural. Essa bandeira obviamente era mal vista pelos britânicos, que baniram-na. Na verdade, a harpa em si foi banida durante adominação britânica, num período em que era comum harpas serem queimadas e harpistas, sumariamente executados. Por tudo isso, a bandeira verde com a harpa dourada era a representação perfeita da luta dos irlandeses (majoritariamente católicos) contra os ingleses (protestantes). A cor verde, portanto, passou a representar o movimento nacionalista dos irlandeses católicos pela sua independência.
Involuntariamente envolvida na disputa pelo trono inglês entre o católico James II e o protestante William de Orange, no final do século XVII, a Irlanda foi o palco da decisiva Batalha do Rio Boyne, de que sai vencedor o segundo. Desde então, os protestantes da Irlanda (em sua maioria, ingleses e escoceses "plantados" pela monarquia inglesa para "anglicizar" a Irlanda) adotaram a cor laranja como símbolo do protestantismo e da ligação à Coroa Britânica, uma forma de homenagear seu grande herói, William de Orange (a cor-de-laranja é a cor oficial da Casa de Orange, a família real nederlandesa).
Eis porque, quando desvelada em Dublin em 1848, a "Tricolor Irlandesa" foi assim explicada por Thomas Francis Meagher (esq.) :
"O branco no centro simboliza a paz duradoura entre os "Laranjas" (protestantes, unionistas) e os "Verdes" (católicos, nacionalistas), e confio que sob suas dobras as mãos dos protestantes e dos católicos da Irlanda possam se apertar em heróica e generosa fraternidade."
Infelizmente, a história mostraria que a esperança de Meagher por uma paz entre católicos e protestantes ainda demoraria a se tornar verdade.
Apesar de utilizada pelos Rebeldes do Levante da Páscoa de 1916, aIrish Tricolour era então um símbolo secundário: a ancestral bandeira verde com a harpa ao centro ainda era a preferida dos nacionalistas republicanos irlandeses, que acrescentaram os dizeres "ÉRIN GO BRAGH" (Irlanda para Sempre) sob a harpa.
Foi somente em 1921, com o surgimento do Estado Livre Irlandês, que a "Tricolor Irlandesa" foi adotada como bandeira nacional, oficializada pelo Artigo VII da constituição irlandesa em 1937, segundo o qual "A bandeira nacional é a tricolor em verde, branco e laranja". Desde então, é usada nos prédios governamentais e pelos irlandeses em geral, nos eventos esportivos, musicais e até mesmo em trajes de banho: a Tricolor Irlandesa é hoje motivo de orgulho.

Bono com a bandeira - Padraig Harrigton, golfista - Torcedores de futebol e rugby - Irlandesas até debaixo d'água
Especificações Cromáticas da Bandeira Irlandesa:
Sistema de cores RGB:
Verde: 0-154-99
Branco: 255-255-255
Laranja: 255-130-61
Sistema Hex:
Verde: #009A63
Branco: #FFFFFF
Laranja: #FF823D
Sistema CMYK:
Verde: 100-0-86-3
Branco: 0-0-0-0
Laranja: 0-48-95-0

O Shamrock

A palavra inglesa 'shamrock' é a anglicização do termo irlandês 'seamróg': literalmente "pequeno trevo" ou "trevinho". Entrou para o imaginário irlandês há muito tempo: segundo a lenda, o shamrock (Trifolium repens) teria sido usado por São Patriciopara explicar aos irlandeses recém convertidos ao cristianismo o conceito da Santíssima Trindade. Atualmente, crê-se que a verdade seja outra: dada a percepção celta da triplicidade do universo, muitos estudiosos crêem que, na realidade, o processo tenha sido o contrário: os monges irlandeses medievais é que teriam introduzido ao cristianismo o conceito tipicamente celta da triplicidade.
Outro indicador da ancestralidade do Shamrock pode ser percebido nas paredes de uma magnífica estrutura da Irlanda neolítica, ainda mais antiga que os celtas: Brugh na Bóinne, também conhecida como Newgrange. Tanto na enorme pedra que decora a entrada à câmera interior quanto nas paredes dessa câmera, podemos encontrar um símbolo hoje conhecido como 'triskle', muito semelhante ao trevo irlandês.
À esquerda, o triskle na pedra que orna a entrada da estrutura megalítica de Newgrange; à direita, outro triskle, no interior da câmera.


Em seu excelente artigo Chaos Theory is Irish ("A Teoria do Caos é Irlandesa"), o professor hiberno-americano Edward Hagan afirma que as espirais tríplices de Newgrange e o shamrock "são semelhantes, mas não idênticos. As espirais representam uma marca humana na rocha fria e dura, enquanto que São Patrício aparentemente usou o shamrock recolhido da natureza para explicar a Trindade." Para o Prof. Hagan, ainda que em épocas e culturas tão distintas quanto o Neolítico e a Idade Média, o conceito da triplicidade se fez interpretar pelas mãos e palavras do ser humano.
Ainda segundo o Prof. Hagan, "tanto as rochas entalhadas em Newgrange quanto a pequena planta, ainda que de formas diferentes, expressam uma unidade fundamental entre o um e os muitos", entre a parte e o todo. Pouco importa se a linguagem é o entalhe neolítico, a arte e a mitolgia celta ou a hagiografia do santo cristão: o que importa é a mensagem decodificada nas terras da Irlanda. E, ainda que muitos séculos separem essas diversas manifstações de uma mesma idéia, elas possuem uma continuidade que não é direta, mas sutil; não é transmitida pela mente humana, mas sentida pela alma das pessoas que se dispõem a ouvi-la.

A noção de que um conceito, uma idéia, possa ser 'transmitida' (na verdade, sentida) por pessoas separadas por abismos cronológicos pode soar absurda para a mente moderna. Mas voltando ao Prof. Hagan, ele diz que atualmente "somos oprimidos pela fragmentação e duvidamos que seja possível encontrar continuidade. Mas a continuidade existente entre 3.000 a.e.a. (Newgrange) e a chegada de São Patrício em 432 e.a. me oferecem um certo conforto." Como devem saber os druidas e poetas de todas as eras, os símbolos estão aí, para quem quiser entendê-los - mas não esqueçamos que a compreensão dos símbolos não se dá pela mente racional, e sim pela alma.
Tão precioso é o shamrock para os irlandeses que ele é usado nos logotipos de órgãos governamentais (1), companhias aéreas (2), clubes de futebol (3 e 4) e de basquetebol (5).
 (1)  (2) (3)* (4) (5)
* o símbolo do Glasgow Celtic - time da colônia católica irlandesa na Escócia - possui um trevo com quatro folhas porque durante muito tempo o shamrock foi banido naquele país.

A Cruz Celta

Encontrada por toda a Irlanda e também na Grã-Bretanha, a cruz celta é um símbolo da riqueza cultural da Irlanda medieval. Seus entalhes ricos e precisos são herança direta da arte celta pré-cristã, e apesar de obviamente associada ao cristianismo, seu simbolismo possui raízes bem mais antigas.
Tradicionalmente, a cruz celta possui quatro 'braços' unidos por um círculo. À primeira vista, elas parecem possuir um braço mais longo na base, mas mesmo as "high crosses" da Irlanda revelam que, originalmente, a cruz celta possui braços de tamanhos iguais, como se percebe na imagem à direita.
Quando assim representada, a cruz celta perde a identificação com a cruz cristã tradicional, quase sempre com o braço inferior mais longo, como no crucifixo - e nunca é demais lembrar que, apesar de prontamente identificada com o cristianismo, a cruz é um símbolo presente em incontáveis outras culturas ao redor do planeta.
Qual, então, é o simbolismo pré-cristão da cruz celta? Um recuo no tempo, ao período pré-cristão da Irlanda, nos porá em contato com a espiritualidade celta e a sabedoria dos druidas, que pautavam seus rituais pela sacralidade dos ciclos da natureza, num processo conhecido atualmente como "A Roda do Ano". Para os druidas, o tempo não é linear mas cíclico, circular - daí a expressão 'roda'. A assinalar as alterações nesse ciclo, quatro festivais, cada um correspondendo a uma das quatro estações, as quais, por sua vez, representam as quatro fases da existência (saiba mais aqui). Da sobreposição da roda aos quatro festivais, o círculo e a cruz.
Atualmente, uma cruz celta de braços iguais é também o símbolo da seleção de futebol da Irlanda do Norte.

A Harpa

De todos os símbolos da Irlanda, talvez o mais rico em significados seja a harpa. As associações entre a harpa e a Irlanda se perdem na noite dos tempos, e ninguém é capaz de precisar quando ou por quem ela teria sido introduzida à Irlanda: alguns estudiosos afirmam que ela foi levada para a Europa ocidental pelos mercadores fenícios, outros recuam ainda mais no tempo e sustentam que a harpa sempre esteve presente, desde a chegada das primeiras levas de povos indo-europeus. Seja como for, é inegável a importância atribuída à harpa nas lendas e mitos da Irlanda, desde os celtas até nossos dias.
A Harpa de Dagda
Seguramente um dos mais marcantes deuses da mitologia celta irlandesa, Dagda é conhecido por possuir um caldeirão mágico que oferece nutrição inesgotável a seus aliados e é capaz de restaurar a vida aos guerreiros mortos que nele são mergulhados. Menos conhecida, porém, é a harpa de Dagda, que somente ele poderia tocar mas que, no mais das vezes, tocava sozinha. Em sua harpa, Dagda inseriu todas as melodias do mundo, inclusive as melodias que regem a passagem das estações do ano.
Um dos nomes da harpa de Dagda, Coircethairchuir, significa “Música - ou Verdade - de Quatro Pontas” e reflete de forma precisa essa ligação com as quatro estações -ou seja, com a Roda do Ano, os quatro festivais celtas que celebram a harmonia e o ritmo (Música) incontestáveis (Verdade) dos mistérios do tempo, como já mencionamos acima.

Na imagem, à direita, Dagda e sua harpa Coircethairchuir.
Outra característica da harpa de Dagda é sua capacidade de entoar músicas com finalidades específicas, que induzem os que a escutam ao sono, ao riso ou às lágrimas: música que acalma, que entretém e que emociona. Eis uma ligação direta com os fílidh - bardos e poetas da Irlanda celta e precursores dos menestréis e trovadores medievais, responsáveis por preservar e transmitir a identidade das tribos irlandesas ao recitar suas sagas, sua história e seus mitos - quase sempre acompanhados da melodia de uma harpa.
A Harpa de Brian Boru, o "Arthur Irlandês"
Um rei histórico que no século XI unificou os reinos da Irlanda contra os invasores vikings, Brian Boru, a exemplo de seu contraponto britânico Arthur, possui diversos atributos mágicos e míticos - entre eles, sua harpa. Historicamente, é pouco provável que essa harpa - hoje em exibição no Trinity College, em Dublin - tenha de fato pertencido a Brian Boru: a datação de sua produção recua ao século XV, mais de quatrocentos anos depois da morte de Brian Boru. Seja como for, é provavelmente a mais antiga harpa desse tipo em condições de ser tocada: após mais de duzentos anos de silêncio, coube à harpista Mary Rowland dar novamente voz à "Harpa de Brian Boru".
É o design desta harpa que é usado como Selo Nacional da Irlanda, ornando passaportes (1), documentos e websites governamentais (2) e os logotipos das cervejas Harp Lager (3) e Guinness (4).
(1)  (2) (3) (4)
A harpa Irlandesa também é encontrada no logotipo de jornais (5), companhias aéreas (6) e clubes de futebol da Irlanda (7), além, claro, das primeiras bandeiras idealizadas pelos nacionalistas irlandeses, como visto acima(5)  (6) (7)
Para enfatizar o caráter puramente irlandês e não sectário - nem católico, nem protestante; nem republicano nem unionista - da harpa, basta notar que os regimentos irlandeses do exército britânico sempre a adotaram como insígnia, como nos casos dos Connaught Rangers (1) , Royal Irish Rangers (2) e Royal Dublin Fusiliers (3).
 (1)  (2)  (3)
Na República da Irlanda, a harpa adorna também as moedas como brasão nacional:
Em termos musicais, é impossível falar da harpa irlandesa sem mencionar Turlough O'Carolan, o harpista cego que, nos séculos XVII e XVIII, compôs e registrou muitas das mais belas e conhecidas melodias tradicionais da Irlanda, como Eleanor PlunckettPlanxty Bourke, Ramble to Cashel, The Fairy Queen e Ode to Whiskey.
Mas é evidente que a mais importante associação da harpa na cultura irlandesa é a que liga nossos dias ao glorioso passado celta, em que os druidas, bardos, poetas e ollamh eram os responsáveis pela preservação e transmissão da cultura, dos valores, da justiça, das tradições e da identidade das tribos celtas da Irlanda.


Veneza ou Viena ???   ou.................melhor pesquisar as opções, alguma sugestão??? londres?  madri? ou mais dias no mesmo lugar?



               V   E   N   E   Z   A               

  
Situada na região nordeste da Itália, na região do Vêneto é banhada pelo mar Adriático. Foi construída sobre várias ilhas e  tornou-se  uma potência comercial a partir do séc.X, no qual sua frota já era uma das maiores daEuropa e  servia de  intercâmbio comercial e cultural com o Oriente. O historiador Fernand Braudel classificou-a como a primeira capital econômica do Capitalismo.
Entre 1140 e 1160, a cidade se tornou uma república e, em 1797, foi tomada por Napoleão. Em 1866, a cidade foi anexada ao reino da Itália.
                                                              
  Gostoso é acordar cedo em Veneza e descobrir suas ruazinhas, atravessar as pontes, desvendar suas belezas. Fica lotada de turistas principalmente no verão. No inverno também é linda, na época do Carnaval com seus mascarados misteriosos nesta cidade que parece um cenário.
 
          P I A Z Z A    S A N    M A R C O         


   A praça é maravilhosa e bem conservada, em frente à Basílica di San Marc foi palco de cortejos, procissões e encontros políticos, é o point onde todo mundo se encontra, nos cacom mesinhas ao ar livre, música ao vivo, cheia de pombos e onde acontece o Carnaval. Rodeada também pela  Torre do Relógio, Campanile, o Museu Correr entre outras atrações. Ao vista do alto do Campanile é deslumbrante.

            B A S Í L I C A     D I     S A N     M A R C O         


  A Basílica de San Marco tem arquitetura bizantina e foi construída para abrigar a relíquia de San Marco. Possui uma maravilhosa  coleção de 8.000 m2 de mosaicos nas paredes, que vem sendo restauradas por temores, danificações, desde o séc. XVIII. Imperdível! Site Oficial
           T O R R E     D E L L    O R O LO G I O         

Mostra as fases da lua e os signos do zodíaco, representados em azul e dourado no grande relógio e foi construída no final do séc. XV. Uma lenda conta que após os inventores  terminarem a obra tiveram seus olhos arrancados para que não fizessem novamente o projeto. No alto está a figura do leão alado de San Marco, símbolo da cidade.
           P A L A Z Z O     D U C A L E         

Ou Palácio dos Doges. No séc. IX foi residência dos governantes de Veneza, chamados de doges e sede do governo. De arquitetura gótica, é lindo e o  corpo principal do palácio é todo em mármore rosa de Verona. ( (Piazza San Marco ) Site Oficia 
            M U S E U     C O R R E R       

Com acervo doado por Teodoro Correr você pode apreciar  belezas e toda a riqueza da arte veneziana.  Há obras pictóricas importantes e também uma grande coleção relacionada aos doges; como armaduras, brasões, moedas,etc.(San Marco 52, entrada pela Ala Napoleônica) Site Oficial
        C A´     R E Z Z O N I C O       

Este maravilhoso Pallazzo, um dos mais bonitos de Veneza, agora Museo del Settecento Veneziano teve sua finalização em 1758. Não deixe de visitar a Farmácia no 3º andar. Havia uma farmácia numa esquina de Veneza que havia sido comprada por um antiquário francês, que resolveu doá-la ao museu. Os vidros são maravilhosos, são 3 salas bem interessantes. Há um belo acervo de obras do séc. XVII que foram doadas por Egidio Martini como  Alvise Vivarini, Bonifacio de' Pitati; Tintoretto, Schiavone, Bassano, Paolo Fiammingo, etc.Ingressos 6,50 a 4,50 euros ( Dorsoduro 3136) 
           G A L L E R I A     D E L L A     A C A D E M I A           

 
Com a  maior coleção de arte veneziana do Renascimento, (séc. XIV à  XVIII)podemos apreciar obras enormes de grandes mestres italianos, como Veronese, Tintoretto, Bellini, Ticiano, Carpaccio, etc. Lá se encontra a enorme tela de Veronesi: “Festa na Casa de Levi” (1573), que foi originalmente encomendada pra ser a "Santa Ceia" pela Igreja e teve que ter seu título alterado por ser considerada  profana com bêbados, anões,macacos, papagaios, etc. Então Veronese foi intimado a pintar outra versão gigante sem estes detalhes; a "Santa Ceia", está exposta no Louvre, na Grande Galeria, (na mesma sala do lado oposto à  Monalisa. Não perca os desenhos de Leonardo da Vinci! Ingressos: € 6,50 e € 3,25. Aberta às 2ª s das 8:15 à 14hs e 3ª à dom. das 8:15 às 19:15hs. (Campo della Carità, Dorsoduro n.1050) Site Oficial
          P A L A Z Z O      M O N C E N I G O       

O palácio foi residência no séc. XVII de uma das mais importantes famílias de Veneza, entre os quais 7 se tornaram doges entre 1414 e 1778 . Com coleções de costumes, bordados e tecidos dos museus Correr, Guggenheim, Cini e Palazzo Grassiconta ainda com uma biblioteca bem interessante especializada em moda. Para viajar no tempo...Ingressos de 4,00 à 2,50 euros, aberto das 10 às 16hs.(Santa Croce 1992 ) Site Oficial
             M U S E U     D E L   V E T R O       

 Antiga residência dos Bispos de Torcello, com peças arqueológicas que datam dos séc. I à III d.C, até lindas coleções do séc. XV ao XIX. (Fondamenta Giustinian 8) Site Oficial

       C O L L E Z I O N E    P E G G Y   G U G G E N H E I M     

Há 60 anos, considerado uma das mais importantes coleções de arte moderna, tem no acervo obras lindas de Kandinsky, Miró, Magritte, Picasso, etc. Ingressos: 10€  5€ estudantes (Dorsoduro 701) Site Oficial

              P O N T E      D O S      S U S P I R O S           

 Misteriosa à noite...Construída no séc. XVI, a Ponte dei Suspire  liga o edifício do Palazzo Ducale  ao da Nuova Prigioni (“Prisão Nova”), da qual é separado por um canal. Ao passar por ela era a última visão que se tinha de Veneza antes de irem à julgamento e  morrer...ai, ai....
               P O N T E      R I A L T O            


  Um dos cartões postais mais famosos de Veneza, da ponte se avista o Grande Canal e é um dos  marcos da cidade. Aproveite para tirar mil fotos!
               G R A N D      C A N A L E            


 Um  cruzeiro pelo Grande Canale uau, é emocionante, parece um filme. (Há apenas 3 pontes : Degli Scalzi, Ponte di Rialto e a Ponte de l'Accademia.)Tente ir no final da tarde para pegar o pôr-do-sol  e ver um espetáculo inesquecível! Pegue o Vaporetto 1 das mais importantes estações: Piazzale Roma/Ferrovia (estação de trem) ou Piazza San Marco. Tickets: € 3.50

            M U R A N O         

 O passeio à ilha de Murano é bem interessante, principalmente para as crianças. É possível visitar as famosas fábricas de vidro soprado, coloridos, cristais, a apenas 15 minutos de barco, onde fazem vasos, lustres, objetos de decoração, bijouterias, etc.
           L     I    D    O        
  Lido, mais famoso por sediar o Festival Internacional de Cinema deVeneza. Há o Cassino, lá para apreciar  a arquitetura clássica de seus prédios e hotéis, e que serviram de locação para o clássico do cinema "Morte em Veneza."
          G ô n d o l a s        

   O passeio de gôndola é imperdível! Pode ser uma farra para as crianças ou  também pode ser ultra romântico! São embarcações decoradas e os gondoleiros são simpáticos e cantam enquanto remam. Na hora de cruzar as esquinas gritam, para buzinar.
Vaporettos- são barcos tipo onibus, que cabem muitas pessoas. (Antes eram à vapor, e hoje em dia são à diesel). Procure um lugar próximo às grades  para que os baixinhos tem uma boa visão no passeio.  

25 de abr de 2010

Dublin



No estilo Starbucks, O Insomnia foi aberto em 1997 e é irlandês, mas com uma filosofia bem moderna, com o espírito conforto e rapidez. Há varias filiais por toda a cidade (e fora de Dublin também) e oferece diversos tipos de bebidas (black coffee, latte, mocha, etc.), chás (herbal, chai latte), Iced coffees; e muitas opções para comidinhas: Paninis, sanduíches, bagels, sopas, docinhos variados...


A maioria das lojas oferece wi-fi (para quem quer utilizar a internet), e lugares confortáveis para sentar, mas o mais bacana desse café é que as comidinhas são muito gostosas e os preços, deliciosos. Se você quiser comer qualquer doce (scone, muffin, cupcake, log cake + bebida = €3.50). Agora se você não quer um docinho, mas quer um sanduíche, o pacote (sanduíche + bebida = €5.00), mas você não quer o sanduíche, porque as ciabbatas dos paninis é que chamaram a sua atenção? Não tem problema (Panini + bebida = €6.00)
Ah, lembrando que as bebidas podem ser tanto no tamanho pequeno ou grande (o preço do pacote sai o mesmo!)



Eu adoooro os paninis do Insomnia: O 
Piccantino Panini (como o próprio nome diz, é um pouquinho apimentado, mas muuuuito gostoso - salame, cheddar, tomate seco e maionese) e oClub Panini (peito de frango, bacon, tomate, emental e maionese) são meus favoritos. Na semana passada experimentei um novo que é vegetariano, como molho pesto...ai, delícia!

Uma ótima pedida no horário do almoço sem quebrar o cofrinho.
Insomnia Coffee Company
www.insomnia.ie

Achado em Dublin: Stag's head

Há um pub bem tradicional aqui em Dublin que eu gosto muito, o Stag's Head.
Como me disseram uma vez , há uma variedade de pubs na Irlanda como há personalidades no mundo. Então cada pessoa se identifica com um tipo...se você não gostar desse, não desista, continue procurando e você encontrará aquele que será o seu querido.

source

O nome é obvio - Stag's Head - é "Cabeça de Cervo" e sim, há uma lá dentro (empalhada desde 1870). A fachada é discreta e a localização, escondidinha, mas esse pub é bem conhecido e tem uma ótima reputação. O Stag's Head ainda é um pub daqui, bem local, com muitos irlandeses. A atmosfera é aconchegante e você se sente como parte de uma família irlandesa - são as risadas, as pints sobre a mesa que fazem daqui um lugar ideal para happy hour. Os assentos de couro, os vitrais coloridos e o balcão de mogno vermelho (de Connemara) com topo de mármore lhe transportam para o meio do século 19. Se tiver uma tarde livre, compre um sanduíche, sente-se em uma poltrona e leia um livro acompanhado de uma pint de Guinness (bem ao estilo irlandês).
Sim, claro, aqui eles servem comidas também, mas como dizem, é comida de pub. Sanduíches e porções (tudo em conta e saboroso), o Stag's Head não desaponta nos quesitos qualidade e preço.Ande na Dame Street, sentido oposto à Trinity College do lado esquerdo da rua. Quando você vir o mosaico da Cabeça de Cervo no chão, vire à sua esquerda em um pequeno beco, passe o bequinho ele está lá, logo na saída do lado esquerdo.


É um prédio charmosinho, de três andares, a fachada é de granito com colunas de mármore. A música tradicional rola solta às quintas, sextas, aos sábados e domingos, tem uma área para festas, nos andares superiores. E se der uma apertada e você precisar usar o banheiro, não fique aflito, ele fica no andar de baixo...

Não percam a oportunidade de conheçer esse tesouro irlandês, que não fica no final do arco-iris, mas é uma preciosidade.


The Stag's Head
1 Dame Court
Dublin 2
www.thestagshead.ie
 Foi o primeiro pub como eletricidade em Dublin e James Joyce costumava frequentar o local.